Programa de Apoio Psicopedagógico - PROAPE - UNIPÊ
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Manual do Aluno - Programa de Apoio Psicopedagógico – PROAPE

EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO UNIPÊ

Conforme o Ministério da Educação/Secretaria de Educação Especial apresenta a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, entende-se por educação inclusiva, a construção de paradigmas educacionais fundamentado na concepção de direitos humanos, que conjuga igualdade e diferença como valores indissociáveis, e que avança em relação à ideia de equidade formal ao contextualizar as circunstâncias históricas da produção da exclusão dentro e fora do âmbito educacional.

DIREITO À ACESSIBILIDADE

No Decreto Federal nº 5.296/2004 que regulamenta as Leis Federais nº 10.048/2000 e a Lei nº 10.098/2000, define acessibilidade como condição para utilização, com segurança e autônoma, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida. Essas pessoas devem ter seu direito ao acesso assegurado.

Quando pensamos em acessibilidade, os aspectos arquitetônicos são os primeiros a virem a nossa mente. No entanto, a condição que garante o acesso sem barreiras a ambientes, materiais, serviços e informações para qualquer pessoa vai muito além. Envolve também estratégias de comunicação e até mesmo a forma como nos portamos frente à diversidade.

Saiba quais são os tipos de acessibilidade previstas na Lei nº 13.146/2015 – Lei Brasileira de Inclusão das Pessoas com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), vinculadas aos corpo docente:

ORIENTAÇÃO DE ACESSIBILIDADE LIGADA AOS DOCENTES

  1. ACESSIBILIDADE METODOLÓGICA

Conhecida também como pedagógica é a ausência de barreiras nas metodologias e técnicas de estudo. Está relacionada diretamente à concepção subjacente à atuação docente: a forma como os professores concebem conhecimento, aprendizagem, avaliação e inclusão educacional irão determinar, ou não, a remoção das barreiras pedagógicas.

O Unipê entende por acessibilidade metodológica, todo e quaisquer métodos adaptados de aprendizagem de modo que, alcance de forma teórico/prático a necessidade dos alunos na flexibilidade das metodologias a serem aplicadas nos conteúdos programáticos.

É possível notar a acessibilidade metodológica nas salas de aula quando os professores promovem processos de diversificação curricular, flexibilização do tempo e utilização de recursos para viabilizar a aprendizagem de estudantes com deficiência, como, por exemplo: pranchas de comunicação, texto impresso e ampliado, softwares ampliadores de comunicação alternativa, leitores de tela, entre outros recursos.

Diante disso, essa realidade está prevista em nosso Projeto Pedagógico do Curso. A instituição, em especial, os professores concebem o conhecimento, a avaliação e a inclusão educacional; promovendo processos de diversificação curricular, flexibilizando o tempo e a utilização de recursos a fim de viabilizar a aprendizagem de estudantes com deficiência.

Para acompanhar essas demandas, temos disponível a todos os discentes, o Programa de Nivelamento e o Apoio Psicopedagógico, por meio do Programa de Apoio Psicopedagógico aos Estudantes de Graduação – PROAPE e do Núcleo de Acessibilidade Institucional – NAI, sem falar das nossas Clínicas Escolas.

Além disso, é ofertado o Curso de Libras, como disciplina optativa em todos os Cursos do UNIPÊ, com docente contratado especificamente para esta disciplina.

  1. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL

Entendemos por acessibilidade atitudinal todo e qualquer, “programas e práticas de sensibilização e de conscientização das pessoas em geral e da convivência na diversidade humana resultando em quebra de preconceitos, estigmas, estereótipos e discriminações”. (SASSAKI, 2005, p. 23). Atitudes baseadas em preconceitos e estigmas são barreiras para o processo de inclusão.

A acessibilidade atitudinal relaciona-se ao respeito e ao acolhimento de atitudes da comunidade frente às pessoas com deficiência podendo ser interpretadas como atitudes preconceituosas, a falta de informação, a criação de estigmas e estereótipos frente ao que a sociedade não considera normal acaba por contribuir para a exclusão social.

As barreiras atitudinais frente às pessoas com deficiência existem e são praticadas pelas pessoas em atividades simples do dia a dia. Os obstáculos mais citados são referentes aos transportes públicos, à falta de respeito no trânsito, quando se desconsidera a sinalização das rampas de acesso e estacionamentos prioritários, o desrespeito à legislação, a falta de informação sobre como interagir com uma pessoa com deficiência.

Frente a um comportamento discriminatório, a população reage com indignação, a atitude é voltada para a defesa de quem está sofrendo a discriminação. Algumas atitudes de auxílio, educação e atenção praticadas por pessoas sem deficiência diante de uma pessoa com alguma limitação são interpretadas, em alguns casos, como uma atitude discriminatória, o que muitas vezes é somente um gesto de atenção.

Saiba algumas ações onde promovemos a acessibilidade atitudinal no Unipê:

Decreto nº 8.727, de 28 de abril de 2016 Dispõe sobre o uso do nome social e o reconhecimento da identidade de gênero de pessoas travestis e transexuais no âmbito da administração pública federal direta, autárquica e fundacional.

Lei Estadual nº 7.309/2003 – Proíbe e pune atos de discriminação em virtude de orientação sexual e dá outras providências.

Lei nº 10.895 de 29 de maio de 2017 – Dispõe sobre a obrigatoriedade de afixação de cartaz em estabelecimentos comerciais e órgãos públicos.

Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015 – Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência).

Programa de Apoio Psicopedagógico – PROAPE

O PROAPE tem como objetivo fundamental oferecer um atendimento Psicopedagógico aos alunos de todos os cursos de Graduação, que apresentem problemas no rendimento acadêmico, bem como  na relação ensino aprendizagem.

No PROAPE o aluno terá um acompanhamento que prioriza identificar e avaliar as dificuldades e os fatores que prejudicam o êxito do seu rendimento escolar.

O PROAPE também presta auxílio ao corpo docente, de forma a orientar o educador a como lidar com as dificuldades dos estudantes em acompanhamento.

O QUE COMPETE AO PROAPE:

  • Diagnosticar, intervir na aprendizagem, desenvolver habilidades cognitivas, capacitar professores e coordenadores para o devido trabalho pedagógico com alunos que apresentam dificuldades no processo ensino aprendizagem.
  • Desenvolver atividades como palestras, seminários, que favoreçam o equilíbrio emocional, social e acadêmico minimizando as dificuldades relacionadas ao processo ensino aprendizagem e também a vida Universitária.

FORMAS E HORÁRIOS  PARA REALIZAR O ATENDIMENTO:

  • O atendimento é realizado prioritariamente de forma individual
  • É feito através de solicitação pelo próprio estudante ou por encaminhamento das coordenações dos cursos.

  • Por telefone: 2106-9348
  • Bloco Reitoria- Sala 402
  • Por E-mail: proape@unipe.br