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Laura Cittadino da Rocha
Graduanda do curso de Psicologia do Centro Universitário de João Pessoa - UNIPÊ.
Carla Alexandra Moita Minervino
Pós-doutoranda em Psicologia Cognitiva - UFPE. Professora do Departamento de Psicologia da Universidade Estadual da Paraíba, UEPB.
Endereço para correspondência:
Centro Universitário de
João Pessoa - UNIPÊ
BR230 - Km 22
CEP: 58053-000
João Pessoa - PA
Tel.: (083) 21069218
E-mail: lauracr_2@hotmail.com
Unitermos: adolescência, gravidez, sentimentos.
Unterms: adolescence, pregnancy, feelings.

Pediatria Moderna

Edição: Nov/Dez 08 V 44 N 6

Numeração de páginas na revista impressa: 242 à 247

Resumo

A gravidez na adolescência é um fenômeno que não pára de crescer no Brasil e no mundo. O significado de uma gravidez precoce depende do seu contexto social, para algumas adolescentes, a gravidez faz parte do projeto de vida. Porém, para outras, é um evento desagradável que gera medo e conflitos ou acentua os já existentes. O principal objetivo deste trabalho foi analisar quais os sentimentos e percepções que as puérperas adolescentes nutrem pelo filho recém-nascido. Foi realizado um estudo não experimental com delineamento de levantamento com oito adolescentes, de idade entre 16 e 19 anos, que estavam internas e tinham tido bebê em uma maternidade pública, na cidade de João Pessoa. Das entrevistadas, três eram solteiras, quatro moravam junto com seus parceiros e apenas uma era casada. Cinco das adolescentes eram primíparas. Apenas duas tinham planejado a gravidez. O trabalho apontou que, apesar de num primeiro momento a adolescente ser pega de surpresa por uma gravidez não planejada, o sentimento da maternidade se desenvolve durante a gestação. A maioria das entrevistadas manifestou sentimentos positivos, como felicidade, referindo-se ao bebê como se ele fosse a melhor coisa que Deus lhe deu. Esta investigação verificou que as mães adolescentes desenvolvem sentimentos em relação a seus filhos de forma similar a uma mãe adulta. A partir deste estudo é possível concluir que a gravidez na adolescência ainda é um tema atual que merece atenção da sociedade e que se faz necessário novas pesquisas para indicar caminhos alternativos para a resolução do problema.

Introdução

Atualmente a gravidez na adolescência é vista como um fenômeno indesejado, uma vez que esta etapa da vida é tida pela sociedade moderna como uma fase de transição para a vida adulta, reservada prioritariamente para os estudos(9). No entanto, é um fenômeno que não pára de crescer no Brasil e no mundo, entre 15% e 25% dos nascimentos nos hospitais públicos brasileiros são de mães adolescentes(1).

Para Cavalcanti, Amorim, Santos(10), as gestações são em sua maioria um acontecimento inesperado, tanto para a adolescente que deseja engravidar quanto para a que não deseja. Nas camadas mais baixas da população a gestação precoce é muitas vezes percebida como uma predestinação, levando a jovem a aceitá-la como uma fatalidade. Para Pinto e Silva(1), a gestação entre as adolescentes altera a dinâmica familiar, afeta os compromissos pessoais e principalmente escolares, podendo até afastar definitivamente a jovem dos estudos. Além disso, muitas delas perdem seus empregos ou são, inclusive, expulsas de casa.

O significado da gravidez depende do seu contexto social. Nos estratos mais baixos da população o desejo de ter um filho aparece mais cedo, havendo, assim, uma maior valorização da gestação(9). Com base nisso, para algumas adolescentes, a gravidez faz parte do projeto de vida. Porém, para outras, é um evento desagradável que gera medo e conflitos ou acentua os já existentes.

Assim, o surgimento de novas pesquisas que venham tentar compreender a elevada incidência da gestação precoce e encontrar meios que possam diminuí-la são de grande valia. Este trabalho visou analisar quais os sentimentos e percepções que as puérperas adolescentes nutrem pelo filho recém-nascido, identificar a ocorrência de sentimentos de rejeição e observar quais são os principais medos e inseguranças delas no que se refere aos cuidados iniciais do bebê.

Método

O presente estudo foi realizado em Maternidade Pública na cidade de João Pessoa e se caracterizou como pesquisa não experimental, com delineamento de levantamento.

Participantes
Participaram deste estudo oito adolescentes com idade entre 16 e 19 anos, que tinham acabado de se tornar mães e ainda permaneciam hospitalizadas.

Instrumento de coleta de dados
A coleta de dados se fez por meio de entrevista semidirigida. O roteiro de entrevista foi composto por 18 itens que abordavam temas, como gestação, bebê, parto e cuidados iniciais da criança.

Procedimentos
Foi solicitado, para a realização da referida pesquisa, a autorização do diretor do hospital, assim como o consentimento do médico de plantão, nos momentos de coleta de dados. Todas as entrevistadas assinaram um termo de consentimento informado, juntamente com seus respectivos responsáveis, autorizando sua participação no estudo.

A realização deste trabalho se deu após a aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa, do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Paraíba – CEP/CCS, conforme o protocolo nº 667/06.

A maternidade desenvolve um excelente trabalho de atendimento pré e pós-parto, adota vários procedimentos antes da alta hospitalar, tanto em relação à mãe quanto ao recém-nascido este só sai da maternidade com peso adequado, que é ganho através, exclusivamente, do aleitamento materno. É considerado um Hospital Amigo da Criança desde 13/10/1997.

Resultados e discussão

Das entrevistadas, 7 (87,5%) tinham nível de escolaridade equivalente ao ensino fundamental, apenas 1 (12,5%) possuía ensino médio 4 (50%) moravam junto com seus parceiros em uma união estável, 3 (37,5%) eram solteiras e 1 (12,5%) casada. Em relação ao número de gravidez, 5 (62,5%) eram primíparas e 3 (37,5%) já tinham filhos. Dentre elas, 1 (12,5%) já havia sofrido aborto. Em relação ao parto, 3 (37,5%) tiveram parto normal e as demais (62,5%) parto cesárea, 6 (75%) deles foram pré-termo (20-37 semanas) e 2 (25%) a termo (40 semanas). Das entrevistadas apenas 2 (25%) afirmaram que tinham planejado a gravidez. A maioria (75%) terá ajuda para os cuidados iniciais do bebê. Em relação a amamentação, somente 3 (37,5%) não estão amamentando.

Os resultados são ilustrados com as falas das participantes como forma de uma melhor compreensão. Os nomes das entrevistadas foram substituídos por nomes de flores para garantir o sigilo e o anonimato das mesmas.

Apesar da gravidez não ter sido planejada e de ter sido um evento inesperado em suas vidas, a maior parte (75%) das adolescentes, ao descobrirem que estavam grávidas, teve sentimento positivo (emoção, aceitação, alegria, felicidade, bem-estar, confiança) diante da notícia. “Eu me senti feliz” (Hortênsia, 16 anos). Apenas 25% demonstraram reações negativas (tristeza, abalo, choque, atordoamento, aperreio [preocupação]). “Eu me senti triste assim por uma parte né? Por que eu não queria né? (Orquídea, 16 anos)”.
Essa sensação boa ao descobrir a gravidez sugere algumas limitações do pensamento adolescente(5). Muitas vezes a adolescente romantiza uma situação feliz, o que é freqüentemente passado pela televisão e filmes, e acaba esquecendo as implicações e responsabilidades que um filho acarreta. Além disso, Costa(4) acrescenta que as adolescentes começam suas vidas sexuais sem um devido preparo emocional e sem conhecimento adequado sobre as novas responsabilidades que ela irá adquirir (uso de anticoncepcionais, prevenção de DSTs etc.).

A maioria (62,5%) das famílias reagiu bem, aceitando sem conflito a notícia da gravidez da adolescente, “todo mundo aceitou numa boa” (Jasmim, 18 anos) em contrapartida, algumas famílias (37,5%) não aceitaram a gestação num primeiro momento, mas com o passar do tempo acabam aceitando o inevitável e, muitas vezes, percebem a gravidez precoce como uma predestinação e que não há nada que se possa fazer(10). As reações dos familiares em casos como estes tendem a ser contraditórias, sendo comum a presença de sentimentos de revolta, abandono e ao mesmo tempo de aceitação(9).

Quanto à reação do pai do bebê à notícia da gravidez, a maioria (62,5%) teve atitude de aceitação, dando apoio e suporte à adolescente. ‘Ele fiou superfeliz, era o sonho dele, principalmente porque era menino” (Rosa, 17 anos) todavia 37,5% não aceitaram a gravidez. “Não foi muito boa não (a reação dele), ele achava que eu tinha engravidado porque eu queria prender ele” (Jasmim, 18 anos). Percebe-se que não houve aceitação por parte do pai do bebê de duas adolescentes solteiras e da adolescente que estava casada, esta relata que o marido acreditava que a gravidez dela era para prendê-lo.

Em relação ao momento atual da vida das adolescentes, no qual elas já estão com seus bebês no colo, quase todas (87,5%) manifestaram sentimentos positivos, como emoção, felicidade. “Eu me sinto muito bem, me sinto feliz, porque a pessoa sendo mãe é a coisa mais maravilhosa que acontece na vida da pessoa” (Hortênsia, 16 anos). Apenas 12,5% das entrevistadas demonstraram sentimentos negativos, que neste caso foi de culpa, “Eu vivo me culpando pelo problema que a minha filha tem né?” (Margarida, 19 anos).

O fato dos bebês serem prematuros ou com algum tipo de problema que os obriga a ficarem internados na maternidade, possivelmente explique a grande incidência de atitudes positivas das adolescentes para com seus filhos, uma vez que neste momento delicado, em que o bebê requer cuidados especiais, carinho e atenção da mãe, a adolescente se depara com a responsabilidade de ter um filho, o que pode até facilitar o início do apego ao bebê(15). O sentimento de culpa presente no discurso de uma das entrevistadas pode estar associado a falta de prevenção ou pré-natal mal-acompanhado, falta de apoio familiar e falta de suporte do parceiro, que a visitava poucas vezes na maternidade(15). Além disso, pelo fato do bebê ter nascido com problema, a adolescente acredita que este fato é para puni-la por ter feito coisas erradas em sua vida. “Eu acho assim, que muitas coisas hoje em dia na minha vida aconteceu porque eu mesma procurei” (Margarida, 19 anos). Maldonado(13) explica que quando a mulher já teve abortos provocados, a culpa mal-elaborada por mecanismos de dissociação surge quase sempre no temor de não conseguir mais ter filhos (castigo) ou, em caso de gravidez, de ter um filho com problemas que foi o caso acima.

No que tange a expectativa de futuro em relação à criança, 75% demonstraram esperar coisas positivas para o bebê, como, por exemplo, que a criança seja feliz, que faça boas escolhas na vida e que coisas boas aconteçam para o bebê. “Sei lá, escolher o que ele realmente quer fazer. Eu quero que ele seja feliz. Independente de qualquer coisa, eu quero que ele seja feliz” (Tulipa, 19 anos). Outra adolescente deseja que a criança creça rápido e que não dê muito trabalho. “Que eu veja a evolução dele rápido… E que sei lá, que ele não, assim, não dê muito trabalho” (Lírios, 19 anos). Outra ainda não sabia o que desejar para o seu bebê, “Até agora, no momento, eu ainda não pensei… o futuro eu ainda não sei” (Jasmim, 18 anos).

Tais discursos indicam a dificuldade que estas garotas ainda têm de imaginar o futuro, possivelmente pelas limitações do pensamento adolescente. O discurso no qual a adolescente quer que o filho cresça rápido e não lhe dê trabalho assinala a necessidade de intelectualizar e fantasiar(3). As fantasias conscientes e a intelectualização servem como mecanismos de defesa diante de uma situação difícil que, neste caso, é a maternidade precoce. As entrevistadas, além de estarem passando por inúmeras transformações psicológicas, incluindo a busca da identidade, têm de integrar o papel de mãe a esta identidade ainda em construção(3).

A maioria das participantes (62,5%) afirmou que não tinha preferência quanto ao sexo do bebê ou que a descoberta do sexo aumentou as expectativas. “O que viesse pra mim.. tava bom. Tanto faz menina ou menino” (Violeta, 16 anos) “Ah, eu fiquei tão feliz! … Desde o início da minha gravidez que eu dizia que era um menino … e foi um menino” (Orquídea, 16 anos). Já o restante (37,5%) manifestou contradição de sentimentos no momento da descoberta, mas depois ficaram felizes com a notícia, “Ai eu desejava mais ter macho, porque macho é mais distinado, ele sendo rico ou pobre, ele sempre tem… é tudo mais fácil pra ele. Ai, ai quando eu soube que ela ia ser uma menina, eu fiquei meia assim…” (Margarida, 19 anos). De acordo com Klaus & Kennel (1992 apud Piccinini et al, 2004)(14), a descoberta do sexo do bebê antes do nascimento possibilita conhecer mais concretamente o bebê, ou seja, torná-lo mais real, menos desconhecido, podendo, assim, favorecer o estabelecimento do vínculo mãe-bebê.

Além de conseqüências de ordem psíquica e social, a gravidez na adolescência traz conseqüências de ordem médica. A gestante adolescente está mais exposta a várias situações de risco, além de uma maior incidência de aborto espontâneo(11). Para o lado do concepto há uma grande incidência de prematuridade e de baixo peso ao nascer(11). Neste estudo 75% dos bebês são prematuros e 25% nasceram com algum tipo de problema. Das adolescentes, duas tiveram ameaça de aborto, uma sentia dores durante a gestação, outra a bolsa estourou aos seis meses e duas desenvolveram pressão alta uma delas, além da pressão alta apresentou começo de eclâmpsia. Uma forma de resolver as complicações supracitadas é uma assistência pré-natal adequada(1).

A maioria (75%) das participantes manifestou insegurança e preocupação em relação aos cuidados iniciais com o bebê, principalmente no que se refere à saúde e o banho do recém-nascido. “Ah, eu me preocupo muito com ele. Qualquer coisinha que ele faz eu já estou logo perguntando. Principalmente por que ele é prematuro, ai os cuidados são mais ainda” (Rosa, 17 anos) “Preocupação assim, não sei, assim pra dá banho nele… ele é muito pequenininho, cabecinha muito molinha, dá medo. A preocupação que eu tenho com ele é mais pra segurar.” (Tulipa, 19 anos). Poucas adolescentes (25%) afirmaram não ter qualquer preocupação quanto aos cuidados iniciais da criança, garantindo que sabiam cuidar de crianças. “Me preocupo não… eu sei como é que cuida direitinho de criança, eu já cuidei de crianças com seis meses também” (Violeta, 16 anos). Apesar deste último discurso estar referindo-se a um bebê de seis meses e não a um recém-nascido prematuro, a adolescente se mostra segura quanto aos cuidados do filho. As grávidas adolescentes muitas vezes possuem expectativas irreais acerca de cuidar de bebês, considerando-a tarefa muito fácil, conseqüente à imaturidade cognitiva(5). Todavia, nesta investigação, poucas adolescentes demonstraram acreditar ser fácil cuidar de um bebê.

Grande parte das entrevistadas (62,5%) estava amamentando na época da coleta de dados, apenas 37,5% não estavam. Das adolescentes que amamentavam, 60% afirmaram que sentiam algo positivo quando alimentavam seu filho, como sensação boa, prazer, felicidade. “Ah, me sinto tão poderosa… Eu me sinto o máximo… eu gosto demais de amamentar a minha filha” (Jasmim, 18 anos). Algumas entrevistadas (40%) manifestaram contradição de sentimentos ao amamentar, como ao mesmo tempo ser bom e causar dor, ser bom, mas sentir medo em relação à possibilidade de o bebê não estar se alimentando adequadamente. “É… bem, mas eu tenho medo também né? De, se ele está comendo direitinho. Assim, se ele está tomando o leite ou se está entrando só ar na barriga dele” (Rosa, 17 anos).

Das adolescentes que não estavam amamentando, uma afirmou que desejava amamentar, outra disse que se sentia “mais a baixo ainda” (Margarida, 19 anos), demonstrando baixa auto-estima, uma vez que seu leite secou. Maldonado13 explica este caso afirmando que, quando o leite da mãe seca, há uma diminuição da confiança da mãe na própria capacidade de alimentar o filho e, conseqüentemente, pode ser interpretado como uma desvalorização. A outra entrevistada que não amamentava no período das entrevistas, afirmava que se sentia preocupada por não estar amamentando. “Ah, eu me sinto aperreada… queria pra ele pegar logo (no peito)… Nos primeiros dias tinha muito leite. Eu doei e tudo, mas tá secando, ai eu né? Fico preocupada porque tem que pegar do banco e eu preferia que fosse meu leite né? ” (Lírios, 19 anos).

Respaldado nos aspectos discutidos, percebe-se que a maternidade é uma experiência complexa, influenciada por inúmeros aspectos desde os de natureza psíquica até os de ordem social, que é vivenciada de forma singular em cada mulher. Pelo fato da adolescência ser uma fase de transformações, a maternidade precoce implica em um fenômeno ainda mais intricado que merece a atenção dos diferentes profissionais que trabalham nesta área.

Considerações finais

Os sentimentos das adolescentes diante de seus filhos recém-nascidos foram quase, em sua maioria, sentimentos positivos. Apesar da pouca idade e da imaturidade característica, as garotas que viram mães nesta fase da vida desenvolvem o vínculo mãe-bebê e nutrem sentimentos como o amor em relação ao seu bebê de forma similar a de uma mãe adulta.

A baixa escolaridade das adolescentes indica que quanto menor a escolaridade, maior chance de ocorrência de uma gravidez precoce. Estas adolescentes, da classe baixa da sociedade, parecem estar mais vulneráveis a uma gestação precoce, pois muitas vezes idealizam situações românticas e felizes, acreditam que um filho pode trazer conforto, companhia e apoio do homem amado. Além disso, as adolescentes provavelmente envergonhadas de ter uma vida sexual fora do casamento não assumem a responsabilidade de usar algum contraceptivo ou acabam atribuindo esta responsabilidade ao homem.

A partir deste estudo, concluiu-se que a gravidez na adolescência ainda é um tema atual que merece atenção da sociedade. Sendo de fundamental importância a promoção de debates sobre a sexualidade desde o início da idade escolar, desmistificando os mitos e tabus que ainda envolvem o sexo fora do casamento, uma vez que só enfrentando o problema se conseguirá resolvê-lo, ainda que a dimensão deste fenômeno não se resuma ao acesso a informações, mas que abrange um contexto sócio-histórico muito maior. Dessa forma, é importante a contribuição de novas pesquisas nesta área que possam indicar caminhos alternativos para a resolução do problema.


Bibliografia
1. Pinto e Silva JL. Gravidez na adolescência: desejada x não desejada. Femina 1998 26(10):825-830.
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fev 3

aula-inaugural-2009_11

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Centro Universitário de João Pessoa – UNIPÊ

Curso de Psicologia

Clínica-Escola de Psicologia

CRONOGRAMA DE ATIVIDADES

SEMESTRE 2009.1 e 2009.2

  • 02 de FEVEREIRO (segunda-feira):

Aula Inaugural do P 1 A e B (Coordenação e Autônomos)

Local: Sala 106 Bloco F

Horário: 13h às 16h e 19h às 21h

  • 23,24 e 25 de MARÇO (segunda, terça e quarta-feira):

III Semana das Ênfases e Perspectivas Clínicas

Local: Bloco Q (Clínica-Escola de Psicologia)

Horário: 13h às 16h e das 19h às 22h

Inscrições: 2 produtos de higiene pessoal

  • 13 de MAIO (quarta-feira):

Jornadas em Psicologia: Psicologia e Religião

Local: Auditório do Espaço Cultural UNIPÊ

Horário: 13h as 22h

Inscrições: 2kg de alimentos

  • 24 de setembro (quinta-feira)

IV Ciclo de Envelhecimento

Local: Auditório do Espaço Cultural UNPÊ

Horário: 13h às 22h

Inscrições: 1 kg de alimento

  • 20 e 21 de Outubro ( terça e quarta-feira):

VII Simpósio da Clínica-Escola de Psicologia

Local: Auditório do Espaço Cultural UNIPÊ

Horário: 13h às 22h

Inscrição: 2 litros de leite longa vida (cx)

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