abr 6

O Núcleo de Apoio Pedagógico-NAPE, coordenou a oficina: ”Resgate da ‘Semana de Integração no Curso de Fisioterapia´”, sábado passado, dia 4 de abril de 2009, das 8 às 12 horas, na sala de Multimeios do Complexo Laboratorial-COLAB/UNIPÊ.

O encontro se realizou em três momentos, iniciando com uma reflexão e apresentação de conceitos de Integração Curricular, depois passando para o momento principal incluindo destaques das apresentações dos planos de ensino dos Componentes Curriculares por ocasião da Semana de Integração dos Docentes, caminhos para a interdisciplinaridade e discussão para sistematizar as propostas de aprimoramento de integração curricular e no terceiro momento, as perspectivas de continuidade na Formação Continuada para o Curso.

Esta oficina fez parte, dentre outras, das várias atividades de assessoria pedagógica, desenvolvidas pelo NAPE aos diversos Cursos de Graduação da Instituição.

abr 2

A comissão especial que analisará o projeto de reforma universitária será instalada hoje (2). A proposta, do deputado Átila Lira (PSDB-PI), fixa normas para a educação superior das instituições públicas e privadas de ensino.

De acordo com a Agência Câmara, pelo texto, a União só poderá baixar normas gerais sobre cursos de graduação e pós-graduação por meio de lei. Atualmente, essas normas podem ser feitas por atos do Executivo.

O projeto também estabelece que o governo será responsável pela avaliação permanente das instituições e dos cursos superiores. Identificadas eventuais deficiências, o Ministério da Educação (MEC) deverá fazer recomendações e fixar prazo para as providências necessárias para corrigi-las.

Fonte: Nota 10

abr 1

O Ministério da Educação anunciou nesta terça-feira (31) uma nova proposta para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que substituiria o vestibular das 55 universidades federais e de instituições estaduais que adotarem a medida. Segundo o ministro Fernando Haddad, o exame teria 200 questões de múltipla escolha e uma redação e seria aplicado em dois dias. Atualmente, o Enem tem 63 questões e uma redação.

No novo formato, as questões seriam divididas em quatro grupos: linguagens (incluindo português, inglês e a redação), matemática, ciências humanas e ciências da natureza. No entanto, como a maior parte das universidades aplica vestibular duas vezes por ano, não se descarta a possibilidade de o Enem ser aplicado mais de uma vez no ano.

De acordo com o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Reynaldo Fernandes, os critérios do exame ainda serão discutidos. Ele, no entanto, adianta que o resultado obtido pelo estudante em um exame continuará válido mesmo após a aplicação de outro Enem. “Ele só vai refazer [o Enem] para aumentar a pontuação”, explicou.

Fernandes acrescentou que o modelo será usado como uma espécie de “pesca” por parte do estudante, que poderá escolher a universidade onde deseja estudar, de acordo com a nota que obtiver na prova. Para o ministro Haddad, o novo formato do Enem permitirá maior mobilidade dos alunos entre as unidades da Federação.

Segundo ele, apenas 0,04% dos estudantes matriculados no primeiro ano do ensino superior têm origem em estado diferente da unidade da federação onde estudam. “Nos Estados Unidos, 20% dos alunos são oriundos de estados diferentes de onde cursam a universidade”, comparou.

Uma nota técnica com a proposta foi enviada na noite de segunda-feira (30) para análise da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). A ideia é unificar o acesso às vagas em universidades federais e estaduais, mas, como têm autonomia, as instituições podem aderir ou não ao novo Enem.
Segundo o ministro, o presidente da Andifes, Amaro Lins, disse que pretende fazer uma reunião com os reitores, provavelmente na semana que vem, para debater o assunto.

“A ideia é superar o vestibular tradicional e que as universidades participem também do processo de realização do Enem. Já temos alguns conteúdos que consideramos necessários para serem cobrados, mas a discussão com as universidades será aberta”, disse o ministro.

Haddad, porém, destacou que o Enem não impede a realização de outras etapas de um processo seletivo para ingresso na universidade. Ou seja, o Enem poderia servir como uma primeira fase do vestibular e as universidades teriam a possibilidade de instituir uma segunda fase do processo seletivo por contra própria.

Haddad disse ainda que o novo Enem poderia acabar com a sobreposição de avaliações. “Acabaríamos com o Enade [exame do governo federal para avaliar o aluno do ensino superior] para os ingressantes nas universidades e também o Encceja do ensino médio [exame do governo federal para os cursos de jovens e adultos]“, disse o ministro, lembrando que o MEC tem condições de implementar a medida ainda este ano, caso tenha o aval das universidades.

 

O ministro explicou que o objetivo da unificação do vestibular é reestruturar os currículos do ensino médio em todo o país, que, atualmente, costumam ser focados no vestibular das universidades em cada estado. Ele defendeu que a mudança criará “um novo conceito de ensino” no país, deixando de favorecer os candidatos de maior poder aquisitivo, “capazes de diversificar suas opções na disputa por uma das vagas oferecidas”.

Fonte: G1 Brasília

mar 31

O Ministério da Educação (MEC) entregou ontem (30), à Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), em Brasília, uma proposta de substituição do vestibular das universidades. O documento é para análise e discussão da entidade, que reúne os 55 reitores das universidades federais.

Na semana passada, os reitores receberam do ministro da Educação, Fernando Haddad, informações preliminares sobre a mudança sugerida pelo MEC. O objetivo é que a prova, nos moldes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), seja aplicada num único dia em todo o território nacional, atendendo todas as instituições de ensino superior que aderirem ao novo vestibular.

A iniciativa pretende que a prova ajude a reorganizar o currículo do ensino médio, permita maior mobilidade de estudantes entre as universidades e que o benefício seja estendido a instituições públicas e privadas, mediante adesão. O novo exame deve exigir dos candidatos mais análise e raciocínio, ao contrário da memorização exigida no modelo de vestibular aplicado hoje.

A proposta do ministério é que a prova combine as virtudes do vestibular clássico, tal como a abrangência de conteúdos, com o modelo de questões do Enem, que privilegia a análise.

Fonte: Nota 10

mar 30

As Diretrizes Curriculares Nacionais, chamadas, por vezes, as DCNs são um conjunto de definições doutrinárias sobre princípios, fundamentos e procedimentos a serem observados na organização pedagógica e curricular. São normas obrigatórias, que orientarão o planejamento curricular dos Cursos das Instituições de Ensino Superior, fixadas pelo Conselho Nacional de Educação por meio da Câmara de Educação Superior.

Outro elemento importante para os cursos é o Projeto Pedagógico (PP), que é o instrumento balizador para o fazer universitário e, por consequência, expressa a prática pedagógica dos cursos dando direção à gestão e às atividades educativas. O PP tem dupla dimensão: o de ser orientador e o de estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo.

mar 27

Todos os cursos superiores nacionais têm sido orientados para uma modificação em suas matrizes curriculares, decorrentes das atuais Diretrizes Curriculares Nacionais, emanadas do Ministério de Educação (MEC).

 

Os Cursos do UNIPÊ, nos últimos anos, vêm atendendo a essas orientações e reestruturando seus Projetos Pedagógicos.

 

A Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (PREG), através do NAPE, está analisando os Projetos Pedagógicos dos Cursos do UNIPÊ, no intuito de colaborar na compatibilização da organização administrativa e didático-pedagógica dos mesmos com os indicadores de Avaliação exigidos pelo MEC.

dez 9

     O Curso de Educação Física, sob a coordenação do NAPE, realizou nos dias 13 e 17 de setembro a Oficina de trabalho: “O repensar da prática pedagógica: em busca da Interdisciplinaridade”.

Em Busca da Interdisciplinaridade

Em Busca da Interdisciplinaridade

 

 

 

 

O encontro permitiu resgatar as práticas vivenciadas no curso, através das experiências e propostas de interdisciplinaridade, que foram decorrentes das análises realizadas na vivência curricular, com vista a uma maior integração.

set 19

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