Professoras do Curso de Enfermagem são classificadas para doutorado:
Karla Fernandes de Albuquerque - UFRN
Fábia Barbosa de Andrade - UFRN
Hérica Paiva Felismino - UFPB
Antonileni Frire Duarte Medeiros Melo - UFPB
Parabéns pela conquista alcançada!
Professoras do Curso de Enfermagem são classificadas para doutorado:
Karla Fernandes de Albuquerque - UFRN
Fábia Barbosa de Andrade - UFRN
Hérica Paiva Felismino - UFPB
Antonileni Frire Duarte Medeiros Melo - UFPB
Parabéns pela conquista alcançada!
A professora Marcella Souto foi classificada em primeiro lugar para o mestrado em Enfermagem pela UFPB.
O X Encontro de Iniciação Científica do Unipê ocorrido dia 06/11/2009, premiou as melhores apresentações de Projeto de Pesquisas 2009.2 de cada curso. Confira as melhores apresentações do Curso de Enfermagem e suas premiações:
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PROJETO DE PESQUISA |
DOCENTE COORDENADOR |
DISCENTE VOLUNTÁRIO |
COLOCAÇÃO |
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Estudos da atuação do enfermeiro frente às intervenções medicamentosas potenciais em prescrições da rede pública na região metropolitana de João Pessoa/PB |
Profª. Ms. Antonileni Freire Duarte Medeiros Melo
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Aline Arruda (6º período)
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1º LUGAR Um pen drive |
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Percepção do Enfermeiro sobre a Importância do EPI no âmbito Hospitalar |
Profª. Ms. Karla Fernandes de Albuquerque |
Daniela Gadelha Soares (7º período) |
2º LUGAR Certificação |
O CURSO DE ENFERMAGEM CONVIDA A TODA COMUNIDADE ACADÊMICA A PARTICIPAR DO X ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTIFICA DO UNIPÊ
DIA: 06/11/2009
HORÁRIO: 9:00 HORAS
LOCAL: SALA 211 EVA
PRÉ-REQUISITO: ALUNOS DO 1º AO 6º PERÍODO DO CURSO DE ENFERMAGEM
INVESTIMENTO: 1 ITEM DE HIGIENE PESSOAL
21 VAGAS
ENTREGA DO RELATÓRIO AO TÉRMINO DAS APRESENTAÇÕES
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CHINA e JAPÃO |
BRASIL |
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A velhice é sinônimo de sabedoria e respeito.
O fenômeno envelhecer é natural e inerente a toda espécie e tem sido preocupação da chamada civilização contemporânea.
Os idosos são tratados com respeito e atenção pela vasta experiência acumulada em seus anos de vida.
A família é o Porto Seguro do idoso.
Os familiares mais jovens declaram com orgulho os sacrifícios realizados pelos seus idosos em benefício da família, como a iniciação ao trabalho muito cedo com pouca instrução para o sustento e estudo dos filhos, demonstrando sempre alegria, festa e plenitude pela presença do idoso.
A cultura dessas sociedades tem como tradição cuidar bem, glorificar e reverenciar seus idosos, resultado de uma educação milenar de dignidade e respeito.
Os japoneses consultam seus anciãos antes de qualquer grande decisão, por considerarem seus conselhos sábios e experientes.
Em outros grupos das sociedades antigas, o ancião sempre ocupava uma posição digna e era sinônimo de forte aspiração perante todos.
Os idosos têm intensa atuação nas decisões importantes de seus grupos sociais, especialmente nos destinos políticos.
Na antiga China, o filósofo Confúcio ( que viveu entre os anos 551–479 a.C) já apregoava que as famílias deveriam obedecer e respeitar ao individuo mais idoso.
Na tradição japonesa, ao completar 60 anos, é permitido ao homem o uso de blazer vermelho, pois somente com seis décadas de vida há a liberdade de usar a cor dos deuses.
Na tradição japonesa é festejado de forma solene o aniversário do idoso.
No Japão, o Dia do Respeito ao Idoso (Keiro no hi) é comemorado desde 1947, na terceira segunda-feira de setembro, mas foi decretado como feriado nacional apenas em 1966.
Trata-se de um feriado dedicado aos idosos, quando os japoneses oram pela longevidade dos mais velhos e os agradecem pelas contribuições feitas à sociedade ao longo de suas vidas.
Não se pergunta a idade a uma mulher jovem, mas sim às mais idosas, que respondem com muito orgulho terem 70 ou 80 anos, ao contrário do que se passa na sociedade brasileira, em que a partir de certa idade não se deve perguntar a idade a uma senhora para não causar constrangimentos, como terem-se muitos anos de vida fosse um motivo de vergonha ou ter-se algo a esconder.
Na tradição japonesa, ao completar 60 anos, é permitido ao homem o uso de blazer vermelho, pois somente com seis décadas de vida há a liberdade de usar a cor dos deuses.
No Brasil a cor vermelha é destinada para os mais jovens, à medida que os indivíduos envelhecem as cores destinadas são as mais claras, pálidas, sóbrias, tristes.
Na sociedade chinesa é comum se encontrar anciãos, com 90/100 anos, fazendo diariamente atividade física nos parques municipais.
RECOMENDAÇÕES: Estreitar o relacionamento com as pessoas idosas próximas, ouvir e valorizar suas histórias de vida;
Conhecer mais sobre os aspectos sociais, econômicos, étnicos, culturais, legais e biológicos do envelhecimento na sociedade brasileira e repensar as atitudes/valores quanto ao idoso;
Desmistificar as causas de criação de mitos e falsos parâmetros a cerca da velhice no Brasil;
Investir nas crianças de um aos três anos, momento da constituição da personalidade, propiciando a aproximação das mesmas aos idosos e que pelo exemplo de cuidado, atenção e respeito de seus pais a essas pessoas, as crianças poderiam internalizar esses valores/atitudes, apoiadas pelas escolas, igrejas e grupos sociais;
Reconhecer a potencialidade laborativa dos idosos sua saúde, energia e criatividade;
Favorecer a inclusão social do idoso promovendo o sentido da sua existência ; . Enfim, o envelhecimento deve ser visto como o alcance de certo patamar de desenvolvimento humano, indicado pela presença de papéis sociais e de comportamentos considerados como apropriados ao adulto mais velho, designando-lhe adjetivos como experiente, prudente, paciente, tolerante, ouvinte, e acima de tudo sábio. |
A velhice é sinônimo de doença, morte, relacionada à idéia de usado, gasto, inútil, antigo, coisa que não presta, coisa que se joga fora, é segregado da família porque lembra a perda da beleza e a finitude.
A família que deveria ser o Porto Seguro do cidadão idoso termina automaticamente, vendo-o como um estorvo - indivíduo improdutivo.
A sociedade percebe o envelhecimento populacional, acarretando repercussões nos campos sociais e econômicos, uma vez que, os idosos estão passando a depender, de mais tempo, da Previdência Social e dos Serviços Públicos de Saúde.
A cor vermelha é para os mais jovens, à medida que os indivíduos envelhecem as cores destinadas são as mais claras, pálidas, sóbrias, tristes.
O Estado concede benefícios de forma precária às pessoas jovens, essa situação se agrava para os idosos, especialmente para os mais pobres, em virtude das aposentadorias e pensões irrisórias, e da exclusão do mercado de trabalho.
Ao idoso resta à alternativa da dependência familiar, estabelecida no Estatuto do Idoso (Brasil, 2003), Art. 3º, que diz: “[...] é obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária.
Como colocar em prática este “direito” se as famílias vivem em uma sociedade capitalista, que concebe o idoso como indivíduo improdutivo?
Ministério da Saúde - MS revelou que a violência e os acidentes constituem 3,5% dos óbitos de idosos.
MS aponta que a forma como os idosos são tratados determina o processo saúde-doença.
Anualmente, 93 mil idosos passam por internações no Sistema Único de Saúde (SUS) por causa de quedas (53%), violência e agressões (27%) e acidentes de trânsito (20%).
A idéia de idoso como classe social surgiu após a Revolução Industrial, quando se passou a determinar uma idade para que as pessoas parassem de trabalhar, justificada pela diminuição da produtividade.
Embora todo cidadão brasileiro, ao completar sessenta anos, seja oficialmente denominado idoso, não são todos os indivíduos que aceitam passivamente essa nomenclatura, motivados pelo preconceito, pelo receio de enfrentar um novo desafio, pela insegurança, entre outros argumentos.
A expressão terceira idade, criada na França, no final da década de 1960, para designar de forma aceitável o período da vida em que o indivíduo se afastava da vida produtiva e da maior parte dos papéis que caracterizavam a vida adulta, estabelecia assim a idade em que o indivíduo se aposentava, por volta dos 45 anos.
Entretanto, a associação ao termo terceiro mundo e à expressão terceiro estado da Revolução Francesa demonstra o preconceito existente, remetendo o indivíduo ao descartável, improdutivo e a não interessar mais ao capitalismo.
Assim, a vida adulta, de produtividade, seria a segunda idade, e a infância, improdutiva, mas com perspectiva de crescimento, a primeira idade.
A OMS classifica o envelhecimento em quatro estágios: a meia-idade, da faixa etária de 45 a 59 anos; o idoso, dos 60 a 74 anos; o ancião, dos 75 até 90 anos; e a velhice extrema, acima dos 90 anos.
O termo idoso é diretamente relacionado à velhice.
A aposentadoria tem sido a marca registrada da velhice e da inutilidade social, uma vez que a própria nomenclatura, isto é, ato de deixar o serviço ou atividade, reflete essa realidade claramente.
Aposentar-se, implica em uma mudança de papel na vida cotidiana, dentro e fora do núcleo familiar, levando às vezes, à perda da auto-estima, à diminuição dos ganhos econômicos e, freqüentemente, à manifestação de enfermidades psíquicas e físicas.
Estudiosos apontam à de seu valor social, apaga sua história e torna-o peça substituível no mundo da produção, restando aposentadoria como sendo desumana, pois sonega ao indivíduo grande parcela um sentimento vazio, silencioso e amargo pela perda dos vínculos com o trabalho, pelo desajuste em relação à família e pelo medo quanto ao futuro.
A sociedade ocidental e especificamente a brasileira direciona o aposentado/idoso a um estado de distanciamento da vida econômica, da vida social, do contato e da identidade vital e faz com que o indivíduo, economicamente, não exista ou exista apenas absorvendo recursos sem oferecer nada em troca.
Essa cruel lógica exclui o aposentado/idoso, pois, ele passa a ser ignorado e desprezado por não fazer parte do processo de produção e fora do consumo mercantilista, também, induz o próprio idoso, como defesa psicológica, a se autodiscriminar como alguém que já cumpriu suas tarefas na vida e não tem mais função alguma.
Assim, os desafios gradativamente cessam para os idosos e sem desafios, não há reações; sem reações, a existência perde o seu grande sentido. A cultura da velhice infeliz é aceita como natural, sendo permanente e sempre bem realimentada.
A desinformação sobre os aspectos sociais, econômicos, étnicos, culturais, legais e biológicos do envelhecimento na sociedade brasileira contribui para a criação de mitos e falsos parâmetros a cerca da velhice.
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Fonte: SILVA, et al, 2009
Dia 14 de setembro do corrente, comemoramos o aniversário de Professora Karla Albuquerque, coordenadora do Curso de Enfermagem.
Veja as fotos na galeria!
CURSO DE ENFERMAGEM
PROCESSO DE SELEÇÃO DE MONITORIA (VOLUNTÁRIA) – 2009.2
DISCIPLINA: Assistência Integral de Enfermagem a Saúde da Mulher e Recém nascido.
PROFESSOR(A): Dr. Rômulo Wanderley de Lima e Dra Sayonara Karla j. S. Helman
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
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Saúde da
Mulher
E
Recém
Nascido
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- Introdução à Enfermagem Obstétrica - Fecundação, nidação, implantação e placentação (Anatomia e fisiologia da placenta).-. - Desenvolvimento embrionário e fetal. - Assistência de Enfermagem no Ciclo Biológico Reprodutivo - Atenção pré-natal: aspectos históricos, conceitos, objetivos, importância, considerações culturais, psicológicas e sociais. - Consulta Pré-Natal; Diagnóstico de Gravidez; - Modificações e alterações maternas durante o ciclo gravídico. (adaptações dos sistemas e órgãos). - Histórico de enfermagem, Idade Gestacional e Data Provável do Parto, Exame Físico e obstétrico; avaliação do perfil biofísico fetal; Nomenclaturas Obstétricas. - Queixas mais freqüentes durante a Gestação e diagnósticos de enfermagem; - Critérios de Avaliação para Risco Gestacional; - Exames Laboratoriais de Rotina; imunização; - Orientações de saúde durante a gravidez: Alimentação da Gestante; preparação para o parto e amamentação. - Assistência de Enfermagem no Parto Normal - Legislação da assistência obstétrica e atuação da Enfermeira (o). - Política e Programa de humanização da assistência ao parto. - Anatomia obstétrica (pelviologia); pontos de referencia materno e fetal. - Dinâmica e mecânica do parto (determinismo e mecanismos de TP). - Períodos clínicos do trabalho de parto e do parto. - Assistência de enfermagem durante o trabalho de parto e durante o parto. - Assistência de Enfermagem durante o puerpério - Puerpério normal; sistematização da assistência de enfermagem. - Puerpério patológico; sistematização da assistência de enfermagem. - Assistência de enfermagem em neonatologia: Rn normal e prematuro. - Alojamento conjunto; Triagem neonatal; - Aleitamento materno e assistência de enfermagem à nutriz. - Êmese e Hiperêmese gravídica. - Gravidez ectópica. - Abortamento. - Placenta prévia. - Descolamento prematuro da placenta. - Síndrome Hipertensiva Específica da Gravidez – SHEG. - Diabetes gestacional. - Ações da (o) enfermeira (o) na prevenção e detecção precoce do câncer de mama. - Ações da (o) enfermeira (o) na prevenção e detecção precoce do câncer cérvico-uterino: consulta de enfermagem e o exame de citologia oncótica. - Hepatites e gravidez - Rubéola e gravidez - Toxoplasmose e gravidez.. - Citomegalovírus e gravidez
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- Hepatites e gravidez - Rubéola e gravidez - Toxoplasmose e gravidez.. - Citomegalovírus e gravidez
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A Coordenação do Curso de Enfermagem promeve de 20 à 24 de julho, um introdutório com os discentes do 7o período a cerca dos estágios supervisionados na Rede Pública de Saúde.
Veja as fotos na galeria.
PROGRAMAÇÃO DE ABERTURA NA PRAIA DE TAMBAÚ
DIA: 17/05/2009 - DOMINGO
· 16h – Concentração no Busto de Tamandaré: docentes e discentes realizam a promoção do evento com o público.
· 16h30 – Atividade física: aquecimento para a caminhada com a participação de professores do Curso de Ed. Física.
· 17h – Caminhada na orla marítima, do Busto de Tamandaré até o Hotel Tambaú.
Alunos e professores estarão no local realizando inscrições para o evento e mini-cursos.
PROGRAMAÇÃO OFICIAL DE ABERTURA
DA III SEMANA DE ENFERMAGEM NO UNIPÊ
DIA: 18/05/09 (Segunda-feira)
ESPAÇO CULTURAL DO UNIPÊ
· 13h30 – Abertura Oficial do Evento pelo Magnífico Reitor Prof. Dr. José Loureiro Lopes.
· 14h – Coordenadora do Curso de Enfermagem Profª. Ms. Karla Fernandes de Albuquerque – Palavras de Boas Vindas.
· 14h20 – Entrega do Certificado de Honra ao Mérito “Florence Nightingale” ao aluno padrão 2008.
· 14h30– Apresentação do Musical de Cordas.
· 15h – Mesa Redonda: “Captação e Distribuição de Órgãos para Transplante”. Ministrantes: Profª. Ms. Myriam Carneiro de França. Enfermeira; Coordenadora Técnica da Central de Transplante de Órgãos da Paraíba. “Histocompatibilidade entre doador e receptor de órgãos”. Drª Rosineide Soares Ribeiro. Bioquímica responsável pelo Laboratório de Imunogenética da Paraíba. Moderador: Profa. Ms. Maria Luísa de A. Nunes.
· 16h – Coffee Break com Voz e Violão
· 17h – Mini-curso (Pós-Graduação – sala 208): Identificação e manutenção do potencial doador de órgãos em UTI (MÓDULO 1 – Farmacologia – dosagem e diluição de medicamentos) Ministrante: Profª Doutoranda Antonilêni Freire Duarte Medeiros Melo.
Obs.: das 14h30 às 17h00 – Stand com Vacinação do Adulto: Hepatite B, dT e Tríplice Viral.
DIA: 19/05/09 (Terça-feira)
· 13h30 – Conferência: Morte Encefálica. Ministrante: Dr. Christian Diniz Ferreira. Neurocirurgião do Hospital de Emergência e Trauma da Paraíba.
· 14h – O Doador e o Receptor de Órgãos: Relato de Experiência.
· 15h – Coffee-Break e Banda de Idosos.
· 15h30 – Apresentação de Trabalhos em pôster.
· 17h – Mini-curso (Pós-Graduação – sala 208): Identificação e manutenção do potencial doador de órgãos em UTI (MÓDULO 2 – Interpretação de Imagens) Prof. Dr. Carlos Fernando de Mello Júnior.
Obs.: das 14h30 às 17h00 – Stand com Vacinação do Adulto: Hepatite B, dT e Tríplice Viral.
DIA: 20/05/09 (Quarta-feira)
· 13h30 – Exposição da I Mostra de Enfermagem em Morfologia e Saúde do UNIPÊ (Laboratório de Multi-Habilidades de Enfermagem).
· 17h – Encerramento da I Mostra de Enfermagem com a apresentação da Peça Teatral “Florence Nightingale – A Dama da Lâmpada”.
· 18h – Encerramento do Evento com coquetel e Banda Latocando – Comunidade Maria de Nazaré.
· 18h30 – Mini-curso (Pós-Graduação – sala 208): Identificação e manutenção do potencial doador de órgãos em UTI (MÓDULO 3 – Interpretação de Exames Laboratoriais) Prof. Dr. Vanduir Soares de Araújo Filho.
Quem foi Florence Nightingale?
“A Enfermagem é uma arte, e como arte, requer uma devoção tão exclusiva, um preparo tão rigoroso, como a obra de qualquer pintor ou escultor. Mas o que é tratar da tela inerte ou do frio mármore comparado ao tratar do corpo vivo – o templo do espírito de Deus? É uma das belas artes, eu quase diria, a mais bela de todas!”
Florence Nightingale, 1860
O que é ser enfermeiro?
No dia 12 de Maio de 1820 nasceu Florence Nightingale. Em 1844, aos 24 anos, assume sua vocação e busca aprender o ofício do cuidar, após contato com pessoas pobres e refugiados políticos, na Suíça. Hospitais, eram escuros, mal administrados e sujos. Era comum ver um homem com a perna quebrada repartindo o colchão com outros enfermos que estavam morrendo por tuberculose. O conceito de higiene a época não era sequer compreendido. Fonte: BROWN,1993.
FLORENCE, representou para os enfermos da guerra, os quais assistia: um “anjo”, “raio de luz”, “um ombro amigo”, “esperança de vida”, tornando-se conhecida até hoje como a Dama da Lâmpada.
Em 1860 funda uma escola para formação de Enfermeira no Hospital São Tomas na Inglaterra.
Ela se preocupava com a qualidade da formação, registro da assistência prestada e com as medidas administrativas a serem tomadas (Fonte: PAIXÃO, 1979)
A Dama do Lampião” - mulher culta e extremamente sensível às questões sociais, ao sofrimento físico e mental dos enfermos.
Em 1901 ficara completamente cega. No dia 13 de agosto de 1910, aos 90 anos, dormiu para não mais acordar.
Saber Viver (Cora Coralina)
Não sei… Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura… Enquanto durar
Precursores da Enfermagem Moderna
Os sete princípios fundamentais da Cruz Vermelha:
Primeira aula das professoras Maria do Rosário de Araújo Lima e Vera Lúcia de Almeida Becerra Pérez.
Fontes: BROWN,1993
PAIXÃO, 1979