Blog - Administração » Emprego
abr 7

Quais são os cuidados necessários para adquirir uma boa imagem no primeiro emprego? Como montar uma rede de relacionamentos, fazer marketing pessoal e valorizar o próprio trabalho? Muitos jovens em início de carreira sofrem com essas questões, mas há uma solução bem simples para isso.

O estágio é uma das ferramentas mais apropriadas para proporcionar experiência. A maioria dos estudantes não conhece o lado prático de uma organização e acabam confundindo o estágio ou emprego com a continuação do ambiente acadêmico. De acordo com Carmen Alonso, gerente de treinamento do Nube, “é de extrema importância manter uma postura como a de qualquer outro colaborador dentro de uma empresa”.

Há diversos detalhes a serem observados e seguidos para começar bem a trajetória profissional. Veja alguns deles:

Cumprimento de horários e normas: Faltar ou atrasar na primeira semana, nem pensar, pois pode parecer falta de comprometimento! Programe-se para chegar com 15 minutos de antecedência.

Relacionamento: É comum o novo colaborador se sentir um pouco deslocado, porém, é importante superar a timidez e começar a se relacionar com as pessoas. Uma atitude de parceria contribui muito para a formação de um bom time de trabalho. Mas cuidado com o excesso de informalidade. Utilize sempre o português correto e mantenha a prática da leitura para aperfeiçoar cada vez mais o vocabulário.

Iniciativa: O ideal é sair em busca de novas tarefas caso o novato perceba que está com poucas atividades, isso evita a dispersão. Não é somente o empregador quem deve ensinar as tarefas ao colaborador, mas também o contrário. Quem não possui experiência sempre têm algo a agregar pela sua própria vivência.

Vestimenta: Algumas empresas adotam estilos formais e outras mais informais. Antes de ingressar em uma organização, já no período do processo seletivo, observe o tipo de roupa comum aos colaboradores e procure trajar-se de acordo. Lembre-se: independentemente do estilo da empresa ou até mesmo da função, roupas de passeio, muito coloridas e maquiagens fortes não são adequadas em ambiente corporativo.

Desenvolvimento de carreira: O mais importante é fazer atividades do seu gosto e não somente as oferecidas pela empresa. Caso não atue na sua área de interesse, intensifique o seu networking dentro da organização. É possível conseguir uma nova colocação em empresas parceiras ou até mesmo ser indicado para processos seletivos de clientes e fornecedores. A importância da graduação: Segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, cada ano a mais de estudo aumenta em 15% a remuneração. Tanto o nível superior quanto um segundo e até terceiro idiomas são importantes e benéficos para o desenvolvimento.

Com essas informações, o passo inicial para uma carreira de sucesso vai ficar mais fácil. Para concorrer a oportunidades de estágio e encontrar outras dicas, os estudantes podem cadastrar-se gratuitamente no site www.nube.com.br. “São aproximadamente 2,5 mil vagas disponíveis semanalmente em nosso banco de dados. Os candidatos mais preparados definitivamente terão chances maiores de conquistar um lugar no mercado”, conclui Carmen.

Assessoria Nube

mar 5

Quando o delicado momento da demissão pega o profissional de surpresa, os impactos podem ser imensos. A queda na auto-estima, a crise financeira pessoal e a dificuldade para se recolocar no mercado são grandes vilãs. Entretanto, o embaraço nessa hora não é só do demitido. Superiores responsáveis por dar a má notícia também têm dificuldade para lidar com a situação. “Ainda que um profissional experiente possa ter realizado várias ao longo da sua vida, cada demissão continua sendo um momento extremamente estressante”, afirma Fernando Trevisan, diretor geral da Trevisan Escola de Negócios, no artigo “O céu turbulento da demissão”.

O que dizer? Como dizer? Trevisan explica que é preciso ter muita cautela, por parte do superior, na hora de fazer a demissão. “O momento é extremamente delicado, e por isso deve ser tratado com o máximo de cuidado e respeito”, afirma Fernando. Norberto Chadad, CEO da Catho Consultoria em RH, lembra ainda que “a pessoa responsável pela demissão nunca deve esquecer que o demitido estará fragilizado no momento imediatamente seguinte à notícia e deve usar todas as ferramentas disponíveis para minimizar o impacto”.

Na hora de demitir é fundamental o olho no olho, ter uma conversa franca, mostrando as falhas do profissional que ocasionaram a demissão e deixando claro que a saída pode abrir espaço para novos projetos. “A conversa deve ser pessoal, nunca por telefone, muito menos por email ou telegrama. Esses pequenos detalhes fazem grande diferença para que o profissional que está sendo demitido não sinta sua auto-estima rebaixada”, lembra Trevisan. Norberto Chadad complementa: “uma boa solução para minimizar os impactos é oferece um processo de recolocação (outplacement)”.

Fui demitido. E agora?!

O profissional também precisa fazer sua parte. Não se deixar abater é o primeiro passo depois da notícia. “Uma demissão pode servir para tirá-lo da zona de conforto e se arejar profissionalmente”, afirma o diretor-geral da Trevisan Escola de Negócios. “Não adianta se lamentar. O importante é absorver com sinceridade os motivos que o levaram à demissão, analisar os erros e olhar adiante com uma nova postura”, complementa.

Manter-se sempre preparado para o pior também é fundamental. Aliar planejamento financeiro com iniciativas preventivas voltadas para o mercado de trabalho deve ser a regra. “Sem dúvida, reservar uma parte da renda para emergências é uma atitude sempre prudente. Mas existem outras iniciativas importantes que podem ajudar o profissional demitido a se recolocar rapidamente”, afirma Fernando Trevisan. E ele complementa: “manter uma rede de relacionamentos ampla e diversificada é essencial, já que grande parte das contratações se faz por indicação. Mas não adianta buscar essa network só quando precisa. O ideal é aparecer sempre, contribuir de alguma forma e ajudar quando é solicitado”. Como lembra Norberto Chadad, “o networking é responsável por 50% das recolocações”.

A formação continuada também pode ajudar o profissional na hora de buscar um novo espaço no mercado. Além de desenvolver competências, a sala de aula é uma vitrine importantíssima, pois os colegas serão recrutadores altamente confiáveis para as empresas onde trabalham. “São eles que vão dar boas ou más referências sobre seu caráter e desempenho profissional. É importante estar atento para deixar uma boa impressão, já que ao fechar uma porta talvez você esteja fechando três”, diz Trevisan.

Especialista ou generalista?

Estar aberto a exercer novas funções pode ser um caminho para se realocar profissionalmente. Francisca Ribeiro, 53, que tem no currículo três demissões, afirma: “me tornei uma profissional a cada dia mais polivalente, podendo exercer inúmeras atividades em diversas funções e áreas”. Ela diz que foi tradutora, intérprete, professora, comunicadora social, relações publicas, agente de pessoal, gerente de RH, assessora internacional, recepcionista, baby sitter, promotora de eventos, diretora de sociedade de amigos de bairro e relações institucionais.Segundo Fernando Trevisan, o segredo está em o profissional ter flexibilidade. “É claro que um profissional especialista que seja flexível e também consiga tratar de outros assuntos, e um profissional generalista que consiga se aprofundar quando for necessário, vai se destacar em relação aos outros”. Já Chadad incentiva o foco em uma área. “A especialização é o melhor caminho. Participar de seminários, muita leitura e pesquisa constante farão toda a diferença em um processo de seleção de profissionais”, afirma Chadad.

Por Simão Vieira, www.administradores.com.br

fev 19

Mais de 90% dos profissionais estão insatisfeitos com o emprego, apontou uma pesquisa internacional promovida pela empresa de Recursos Humanos Bumeran. Entretanto as pessoas devem tomar alguns cuidados antes de trocar de emprego.

“Um ponto importante é ter a consciência de que não é apenas a empresa que nos escolhe, mas nós também podemos e devemos escolher a empresa. Isso significa planejamento, buscar a empresa e o segmento que mais nos interessam, justamente para evitarmos cair na mesma armadilha da qual tentamos sair”, afirmou a presidente da ABRH-Nacional (Associação Brasileira de Recursos Humanos), Leyla Nascimento.

Mudança

Segundo Leyla, a mudança de emprego e a conquista da vaga desejada são facilitadas se o profissional valorizar a vida associativa.

“Enquanto profissionais, devemos entender que ninguém neste mundo corporativo cresce sozinho. Fazer parte de uma entidade de classe é compartilhar conhecimento e práticas corporativas essenciais para a atualização de qualquer profissional, bem como criar uma rede de relacionamentos que pode nos ajudar muito na hora de trocar de emprego com sucesso”, disse a presidente.

Os profissionais devem manter as portas abertas ao sair de uma empresa e é importante que justifiquem a saída de forma verdadeira.

A hora certa

De acordo com a presidente, o profissional percebe que é hora de mudar quando o emprego deixa de ser gratificante. Assim, ele deixa de se envolver com as questões da empresa, fica desinformado sobre o que acontece no ambiente de trabalho e chega até mesmo a não ser mais chamado para reuniões. ”Quando chegamos a este ponto, é mais do que evidente de que é preciso repensar nossa relação com a empresa”, concluiu Leyla.

Por Equipe InfoMoney - InfoMoney

fev 11

Os brasileiros estão mais confiantes em relação à manutenção do próprio emprego do que há seis meses.

Em janeiro deste ano, o número de pessoas que se sentem com o emprego mais estável, do que há seis meses, subiu dois pontos percentuais e passou de 39% em dezembro para 41% no mês passado.

Os que disseram estar menos confiantes representaram 28% dos que participaram da pesquisa realizada pela ACSP (Associação Comercial de São Paulo), três pontos percentuais menor em relação ao mês anterior.

Classes e regiões

A classe AB é a que sente mais estabilidade no emprego, com 51% das pessoas que disseram que estão mais seguras do que há seis meses. A classe C vem em seguida, com 41% de respostas, e a classe DE, com 33% das respostas.

Na região Sul, 45% dos entrevistados se sentem seguros no emprego, a maior proporção registrada, seguida da região Sudeste (42%) e Norte/Centro-Oeste (39%). A região Nordeste é onde se concentra o menor número de pessoas que acreditam na estabilidade no trabalho, na comparação com seis meses atrás, com 37% das respostas.

Entre os entrevistados, 31% conhecem alguém que perdeu o emprego por causa das condições da economia nos últimos seis meses. Esses participantes da pesquisa conhecem aproximadamente quatro pessoas que perderam o emprego.

Futuro

Quando os entrevistados foram perguntados sobre as chances de perder o emprego nos próximos seis meses, 16% consideraram que elas são grandes. Outros 32% consideram a chance de ficar desempregado pequena e 38% consideram que ela é média.

A região Sul é onde as pessoas mais acreditam na possibilidade de perder o emprego nos próximos meses, com 23% que responderam que as chances são grandes. Porém, 26% acham pequena a possibilidade de perder o emprego.

Nas regiões Norte/Centro-Oeste, 18% acham que as chances de perder o emprego são grandes. No Sudeste e Nordeste, 15% e 12%, respectivamente, acham que são grandes as possibilidades de perderem o emprego nos próximos seis meses.

Por Equipe InfoMoney - InfoMoney

fev 1

Os CEOs (diretores-executivos) brasileiros são os que possuem a maior expectativa de contratação para este ano. No País, 60% dos executivos pretendem aumentar o quadro de colaboradores em 2009, sendo que a média global é de 40%.

Os dados são da 13ª Pesquisa Anual Mundial de CEOs, realizada pela PricewaterhouseCoopers com 1.198 executivos de 52 países, durante o último trimestre de 2009.

De acordo com os dados, ainda no Brasil, 27% dos CEOs pretendem aumentar o número de funcionários em menos de 5%, enquanto a mesma proporção deve incrementar a mão-de-obra em mais de 8% e 7% responderam que vão elevar o número de profissionais entre 5% e 8%.

Contratações

A Índia ocupa a segunda posição entre os países que mais pretendem contratar neste ano. No total, foram 59% dos CEOs que apontaram que vão aumentar o quadro de funcionários neste ano.

Na sequência, estão os executivos de China e Hong Kong (53% das respostas), Coreia (50%), Canadá (48%), Austrália (47%), Reino Unido (42%) e Estados Unidos (39%).

Entre os países que pretendem contratar menos, estão a Espanha (9%), a Alemanha (27%), a Itália (29%) e a França (30%).

No mundo

A pesquisa revelou que 81% dos CEOs estão confiantes em suas projeções para os próximos 12 meses, enquanto 18% disseram que estão pessimistas.

Na América do Norte e no Oeste Europeu, cerca de 80% dos executivos disseram estar confiantes no crescimento para o ano que se apresenta, ante 91% daqueles que estão na América Latina e na China/Hong Kong e 97% daqueles da Índia.

Quando analisado o longo prazo, as perspectivas também são positivas, com 90% dos CEOs que expressaram confiança no crescimento nos próximos três anos.

Por Flávia Furlan Nunes - InfoMoney

dez 28

Você sabe como se comportar, o que falar e fazer em uma entrevista de emprego? Se a resposta é não, saiba que você não é o único. Para o diretor geral do Trabalhando.com.br, Renato Grinberg, muitos profissionais ainda não estão preparados para os processo seletivos. Ele destacou os principais erros que presenciou ao longo de 2009, para que as pessoas interessadas em uma nova oportunidade não os repitam no próximo ano.

O primeiro é não conhecer a empresa para a qual se candidatou, o que é visto como despreparo e falta de interesse. É importante ter conhecimento das características da empresa em que pretende trabalhar. Uma dica é utilizar a internet para descobrir mais sobre a empresa, já que os sites costumam ter informações necessárias que podem ajudar na seleção.

Outro erro comum é desistir na vaga no meio da entrevista. Os recrutadores consideram a atitude um absurdo. E as justificativas vão desde falta de conhecimentos sobre as atividades que serão exercidas em caso de contratação até a falta de bom senso do candidato. Mesmo que você tenha descoberto no meio da entrevista ou teste que não quer mais este trabalho, demostre comprometimento e finalize o que começou.

No processo seletivo

Falar mal das empresas pelas quais passou ou dos antigos chefes: por mais que a sua experiência tenha sido ruim em outros empregos, não toque neste assunto durante a entrevista, a não ser que a pergunta apareça. Deixar isso claro desde o primeiro momento mostra que você é uma pessoa que poderá repetir essa atitude e prejudicar a imagem da empresa que pensa em contratá-lo. Se o entrevistador fizer esta pergunta, mencione as incompatibilidades que você tinha com seu chefe de uma maneira profissional e com exemplos específicos.

Se você realmente quer aquele emprego, não existe desculpa cabível para chegar atrasado, outro erro normalmente identificado. A única maneira de se preparar para evitar o atraso é sair com muito mais antecedência do que você já está acostumado.

Outros erros

Não entender que procurar trabalho já um trabalho também é um equívoco. Muitos candidatos encaram o desemprego como um momento ruim, mas que irá passar naturalmente, sem muito esforço. Não se empenham de fato e acabam buscando oportunidades em uma área que não têm experiência ou as habilidades exigidas. Por isso, encare a busca de emprego já como um verdadeiro trabalho. Estabeleça uma rotina, para seu dia, defina metas, refine seus contatos e acione sua rede de relacionamento.

Saiba pedir demissão. Desligamentos são sempre difíceis, para as empresas e para as pessoas envolvidas. Por isso, seja ético e profissional neste momento, pois ele será decisivo para deixar ou não as portas abertas para um eventual retorno. E-mails, telefonemas ou aviso por outras pessoas não são as melhores formas de anunciar que você está deixando a empresa, faça isso pessoalmente.

Por Equipe InfoMoney - InfoMoney

dez 7

Os jovens brasileiros estudam cada vez mais, têm maior taxa de escolaridade do que os adultos e retardam a entrada no mercado de trabalho, segundo pesquisa realizada pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

O estudo destacou que, em 10 anos, o jovem adolescente (15 a 17 anos) diminuiu a taxa de participação no mercado de trabalho, registrando 37% em 2008, contra 45% em 1998.

A queda ocorreu para ambos os sexos, mas o registro foi maior entre os homens, reduzindo a desigualdade do gênero no mercado de trabalho nesta fase da vida, pois estes geralmente sofrem maior pressão do que as mulheres para iniciar sua carreira.

Jovens preferem estudar

O motivo apontado pelo Ipea para o jovem postergar o início da vida profissional é a maior permanência na escola e a preferência pela conclusão do ensino médio.

“Este período corresponde ao que vem sendo chamado de moratória social: um crédito de tempo que permite ao jovem protelar as exigências sociais típicas da vida adulta, especialmente relativas ao casamento e ao trabalho”, afirma o Ipea.

Em relação ao ensino superior, o acesso tem sido mais restrito, já que apenas 13,6% dos brasileiros entre 18 e 24 anos frequentam uma graduação.

Por postergar a fase de estudo, o jovem brasileiro tem superado os adultos em escolaridade. Entre os jovens adultos (25 a 29 anos), a média de estudo chega a 9,2 anos, o que representa 3,2 anos a mais do que a população com mais de 40 anos. Enquanto entre as pessoas de 15 a 24 anos e de 18 a 24 anos, a média subiu, passando de 6,8 para 8,7 anos.

Mais empregos

De acordo com os dados, uma vez no mercado de trabalho, a pessoa a partir de 18 anos encontra cada vez mais empregos.

A taxa de desemprego caiu para ambos os sexos, situando-se em 19% para as mulheres entre 18 e 24 anos e 11% para os homens da mesma faixa etária, enquanto as jovens entre 25 e 29 anos registraram 12% de taxa de desemprego e os jovens, 5%.

Pesquisa

A pesquisa sobre Juventude e Desigualdade Racial foi divulgado nesta quinta-feira (3) pelo Ipea e baseado na PNAD (Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio) de 2008, realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Por Equipe InfoMoney - InfoMoney

nov 27

As oportunidades de conseguir um emprego são bem maiores durante o período das festas de final de ano.

Segundo a Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping), serão abertos 130 mil novos postos de trabalho no setor do comércio em todo o País, registrando crescimento de 30%, na comparação com 2008.

Mesmo que a maior parte das vagas seja para colaboradores temporários, existem chances de se tornar efetivo na empresa.

As 20 dicas

A diretora da Deep (Desenvolvimento e Envolvimento Estratégico das Pessoas e Clientes), Juliana Almeida Dutra, destacou 20 dicas para tornar seu trabalho temporário em permanente. Confira:

  1. Trate seu trabalho temporário como se já fosse permanente.
  2. Demonstre interesse pela tarefa.
  3. Seja persistente, dê o máximo de si. Mostre que pode agregar valor ao trabalho.
  4. Cative os clientes e seja um diferencial para o lugar onde trabalha.
  5. Seja pontual e extremamente comprometido, não falte ao trabalho.
  6. Tenha iniciativa.
  7. Entenda dos produtos, estude sobre a empresa, tenha argumentos ao apresentar a empresa, produtos e serviços ao cliente.
  8. Vista-se adequadamente (roupas discretas e com o uniforme, quando existir, que deve ser utilizado exatamente da maneira como foi solicitado, bem cuidado).
  9. Demostre maturidade e equilíbrio em situações difíceis.
  10. Tato no trato com as pessoas é fundamental: expressões como “por favor”, “muito obrigado” e “bom dia” são essenciais em qualquer relacionamento, seja com clientes, chefes ou colegas de trabalho.
  11. Atenção ao português: as empresas valorizam profissionais com conhecimento de estruturação de frases bem feitas.
  12. Analise o cliente e leve ao seu superior imediato, ao final de uma semana ou 15 dias, um relatório bem feito sobre seu comportamento de compra do cliente. Experimente e agregue valor ao seu trabalho consolidando sua opinião em algo que ajude a empresa a crescer e cresça junto.
  13. Não fique encostado na parede esperando o cliente nem conversando com outros profissionais, esteja sempre pronto para o atendimento, estude muito tudo o que se deve fazer, tire dúvidas sempre.
  14. Tenha um bom relacionamento com colegas de trabalho e com sua chefia (respeite seu chefe e tenha nele um apoio para crescimento). Não faça parte de fofocas.
  15. Evite intervalos para fumar enquanto trabalha.
  16. Seja uma pessoa agradável e bem humorada. Mas cuidado, bem humorado não é aquele que fica rindo alto pela empresa, mas aquele discreto, que traz boas contribuições para o dia-a-dia de quem está em volta.
  17. Não escolha tarefas, transforme sua tarefa em exemplo de gestão.
  18. Contribua.
  19. Não desista nunca.
  20. Atenção à qualidade da comunicação.
Por Equipe InfoMoney - InfoMoney
nov 26

O estudo destacou que 51% dos empresários pretendem manter o quadro atual de colaboradores, mesmo que a lei seja aprovada.

De acordo com o levantamento, 63% dos entrevistados são contra a redução da jornada, 47% desaprovam a manutenção dos salários e 61% são contrários ao aumento adicional da hora extra. A sondagem afirmou também que 44% dos empresários temem a perda do faturamento nos negócios.

Informalidade

Segundo o presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, os números fazem um alerta para a possível redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais provocar aumento da informalidade.

“Se há expectativa de manutenção do emprego e redução de faturamento, é possível que o empresário compense eventuais perdas partindo para o mercado informal. Isso é preocupante, porque estamos falando de um segmento que, só em outubro deste ano, foi responsável por 75% dos novos empregos formais criados em todo o Brasil”, explica Okamotto.

Hora extra

Se a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 231/95 - que prevê a redução da jornada - for aprovada, haverá mudanças também no pagamento de horas extras: o adicional passará de 50% para 75%.

Segundo as pesquisa, 43% dos empregadores pretendem manter a situação atual do pagamento de horas extras, 27% irão diminuir e 5% aumentarão as despesas, se a lei for aprovada. Outros 25% não sabem ou não opinaram sobre o assunto.

O Sebrae também apurou a expectativa dos empresários para o final de 2009 e 37% pretendem contratar funcionários no último trimestre do ano, sendo que 9% pensam em demitir.

Sobre a pesquisa

O estudo “Ponto de Vista dos Pequenos Negócios” entrevistou 3.010 empresários em todos os estados e no Distrito Federal, sendo 82% do setor de Comércio e de Serviços, 13% da Indústria e 5% do Agronegócio.

Das empresas analisadas, 56% eram micro (faturamento até R$ 240 mil por ano), 20% eram pequenas (faturamento entre R$ 240 mil e R$ 2,4 milhões por ano) e 3% tinham faturamento acima de R$ 2,4 milhões ao ano.

Por Equipe InfoMoney - InfoMoney

nov 16

O contato pessoal proporcionado pela entrevista é a oportunidade de mostrar qualificações e competências, ou seja, todo o perfil profissional e pessoal. São estes requisitos que irão levar o entrevistador a definir se o candidato atende ou não o que a empresa procura.

Os cuidados devem começar logo após o convite para um processo seletivo. Em primeiro lugar, é preciso conhecer bem o perfil da empresa contratante. Hoje, com o advento da Internet, ficou muito mais fácil o acesso à informação. É importante saber o ramo de atividade, a abrangência e o porte da empresa. Com estes dados, o candidato chega mais preparado e pode demonstrar que realmente está interessado na vaga.

A apresentação pessoal também é importante. Roupas discretas, cabelos arrumados, maquiagem suave (para as mulheres) e barba feita (para os homens) são algumas dicas para um figurino adequado ao mundo corporativo. Os exageros devem ser evitados. A melhor opção é sempre priorizar a sobriedade, a higiene e a harmonia nos trajes.

Chegar no horário, ou melhor, alguns momentos antes da entrevista, é a terceira recomendação. Para evitar atrasos, verifique sempre o caminho e o transporte que será utilizado com antecedência. O ideal é programar-se para sair cerca de 20 ou 30 minutos antes do habitual para evitar imprevistos.

Durante a entrevista, é preciso mostrar confiança, porém, sem se tornar arrogante. Falar com clareza sobre as atividades anteriores, aptidões e a disponibilidade para aprender é um ponto muito avaliado no decorrer de toda a entrevista. Ao expor as informações é importante transmitir segurança e credibilidade, aspectos que são muito observados pelo entrevistador.

Para evitar qualquer informação equivocada, a recomendação é concentrar-se na entrevista. É preciso saber ouvir com atenção as perguntas e, se for necessário, esclarecer as dúvidas antes de colocar-se. Antes de responder qualquer questão, é precisar pensar bem nas respostas e evitar toda e qualquer informação que não seja real. A empresa terá condições de checar todos os dados do currículo e os fornecidos durante a entrevista. Assim, qualquer informação inverídica comprometerá toda a avaliação.

Principalmente diante de perguntas referentes a conhecimentos específicos, caso não domine o assunto, seja sincero e enfatize as suas qualificações.

O candidato deve demonstrar vontade de aprender, disponibilidade e proatividade. Em meio à grande quantidade de candidatos que buscam inserção ou recolocação no mercado, é preciso destacar-se e demonstrar que possui competências para a vaga.

Conhecer os valores e políticas da empresa pode acrescentar mais alguns pontos positivos. Citar algumas atividades desenvolvidas pela empresa, sempre relacionando com as aptidões pessoais, reforça o interesse na oportunidade.

Ao término da entrevista pessoal, é importante agradecer pela participação no processo e colocar-se à disposição para quaisquer outras informações, testes ou novas entrevistas.

Para participar de uma boa entrevista, é preciso preparação, concentração e muita calma. O candidato possui pouco tempo para transmitir as principais habilidades e os valores pessoais. Assim, é preciso se preparar adequadamente para selecionar as informações mais relevantes, de acordo com o cargo e a empresa contratante.

Por Teresa Gama - www.administradores.com.br
*Teresa Gama é diretora da Projeto RH

« Previous Entries

.